Chicão Bonassi teve uma trajetória marcada pelo amor à Piracicaba – Foto: Divulgação
O advogado piracicabano Luis Francisco Schievano Bonassi, conhecido em toda a cidade como Chicão Bonassi, morreu na madrugada de 24 de novembro de 2025, aos 66 anos, no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo. A notícia de sua morte gerou profunda comoção em Piracicaba, especialmente entre representantes da área jurídica, do meio empresarial e de instituições das quais ele fez parte ao longo de décadas. Figura respeitada e admirada, Chicão construiu uma carreira marcada pela ética, pelo rigor técnico e pela dedicação ao atendimento de empresas e empreendedores da região, consolidando-se como uma das vozes mais experientes da cidade quando o assunto era orientação jurídica.
Atuante na advocacia desde os anos 1980, Chicão era dirigente do tradicional escritório Bonassi Sociedade de Advogados, fundado em 1982, onde desenvolveu um trabalho reconhecido por sua firmeza e sensibilidade diante das demandas de clientes e parceiros. Sua experiência levou-o também a assumir papel de destaque na ACIPI (Associação Comercial e Industrial de Piracicaba), onde exercia a função de conselheiro responsável pelo Departamento Jurídico. Na entidade, oferecia suporte constante aos associados e participava ativamente de discussões relevantes para o ambiente empresarial local, sendo considerado uma referência pela diretoria e pelos empresários.
A morte do advogado motivou manifestações de pesar de diferentes setores da cidade, que ressaltaram sua postura sempre acessível, sua capacidade técnica e a importância de sua presença em debates institucionais. A comoção também alcançou o esporte: o XV de Piracicaba, clube com o qual Bonassi mantinha laços familiares, lamentou publicamente sua partida.
Chicão deixa a esposa, Aline Cristina Pinto Bonassi, os filhos Luís Adolfo Rossetto Bonassi e Cintia Maria Rossetto Bonassi, além de um neto. O velório teve início no dia 24, das 15h às 19h, e prosseguiu no dia 25 das 7h às 15h, no Memorial Metropolitano de Piracicaba, na Sala Safira. O sepultamento ocorreu em seguida, às 16h do dia 25 de novembro, no Cemitério da Saudade.
A trajetória de Chicão Bonassi deixa marcas profundas na advocacia piracicabana e no ambiente institucional da cidade. Seus colegas, clientes e amigos destacam que sua ausência será sentida não apenas pelo profissional competente, mas pelo homem de diálogo e palavra firme que dedicou sua vida a servir a comunidade. Seu legado permanece na memória de todos os que conviveram com ele e na história recente de Piracicaba.